"Ernesto Sabato; em Abaddón, el extermnador (1974), transbordando de reflexões como outrora os romances dos dois grandes vienenses [Broch e Musil], ele diz textualmente: no mundo moderno, abandonado pela filosofia, fracionado por centenas de especializações científicas, o romance nos resta como o último observatório do qual se pode abraçar a vida humana como um todo."
Djabal, quanta saudade,amigo! Saber que aos meus escritos, sempre vem estas suas respostas poéticas, já me inspira um tanto. Aquela coisa toda e beijos
Bom ver-te! Muito:)
ResponderExcluirSe o fim é a poesia...Venha lá o fim:)
E vê lá se apareces mais vezes:) Se assim te apetecer...lol
Rita lee versou
ResponderExcluirAmor é prosa
Sexo é poesia
Há controvérsias rsrs...
Abraço
"Ernesto Sabato; em Abaddón, el extermnador (1974), transbordando de reflexões como outrora os romances dos dois grandes vienenses [Broch e Musil], ele diz textualmente: no mundo moderno, abandonado pela filosofia, fracionado por centenas de especializações científicas, o romance nos resta como o último observatório do qual se pode abraçar a vida humana como um todo."
ResponderExcluirA vida e o romance ficaram mais pobres. Beijos.
M. querida!
ResponderExcluirMal cheguei e já sumi...
Espero agora demorar um pouco.
Muito grata por toda atenção
Beijos
Ivan, belo contraponto.
ResponderExcluirBeijos
Djabal, quanta saudade,amigo!
ResponderExcluirSaber que aos meus escritos, sempre vem estas suas respostas poéticas, já me inspira um tanto.
Aquela coisa toda e beijos