novembro 25, 2008

Canção De Uma Apaixonada



ao meu amor.
ele sabe o porquê.





Quando me fazes alegre

Penso por vezes:

Agora poderia morrer

Então seria feliz

Até o fim.



E quando envelheceres

E pensares em mim

Estarei como hoje

E terás um amor

Sempre jovem.

Brecht

6 comentários:

  1. Uma espécie de resposta:
    "vasculho uma bolsa velha como quem revira um túmulo.
    e na curta efusão de palavras (no medo que
    disseste, na aventura tímida de registrar a indevida fenda)
    tanto posso achar o ardil
    como essência como o botão de plástico. Persigo
    então o achamento seu ousar
    desistir da fluência,
    de todos os truques para estar-me
    e da bruta castidade que me aflige.

    Escrevo a covardia com saudade
    (me reconheciam em versos naquele tempo)
    porque talvez qualquer coisa tua me lembre
    a mãe que era difícil percorrer
    naquele tempo.

    Compreendo também por que acredito, preservo, imito
    as mesmas formas de pureza recusada:
    nela reside a dúvida da sombra
    e ainda e pele que refaço.

    Ana Cristina Cesar.

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  2. Anônimo7:54 AM

    ...E que a minha loucura seja perdoada.
    Porque metade de mim é amor e a outra metade... também.

    Amor, sempre amor!
    Um cheiro pra ti, Lady

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  3. Bloguei-te em Yo Hoy: www.soriano.eng.br/blog

    bjs

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  4. Djabal!
    Que preciosidade este escrito.
    Não o conhecia.
    Gratíssima.
    Beijos e aquela coisa toda

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  5. Vê!
    Adoro esta canção-poema.
    Beijos para ti.

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  6. Marcelo!
    Gracias pela visita e tudo mais.
    Beijos

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